Voltando firme e forte. Sim senhores, aqui estou eu. Mudei a imagem do blog. Quer dizer, eu já estava ficando meio irritada com o mesmo template. Parecia que o texto ficava apertado, sei lá. Acredite, eu me irritei muito tentando achar um template que eu gostasse, mas aí está.
E justo hoje que eu decido postar, faço 16 anos. Sim, os 15 já se foram. Pra falar a verdade, muitas coisas já se foram. 16 anos deve ser a idade em que as responsabilidades começam a bater na nossa porta. Eu mal fiz e já estou esperando pra fazer um estágio em alguma empresa.
Tem a ver com uma história aí, que eu comecei a fazer um curso de Gestão Empresarial (totalmente nada a vê com jornalismo e ser escritora, mas enfim), afim de conseguir um estágio e trabalhar. Até que é bem legalzinho, considerando que tem vários cálculos (fáceis, pelo menos até agora). Estudar agora é prioridade. Estudar pra escola, estudar pro curso e aperfeiçoar meu modo de escrita. Eu sei que tudo vai valer a pena algum dia desses, basta paciência.
Mudando de assunto, eu tenho percebido os textos muito grandes. Na verdade, eu me empolguei com a história de fazer uma estória e comecei a fazer capítulos mais longos ainda (tenho 21 capitulos já escritos). Então pra não ficar aquela coisa cansativa, eu meio que vou postá-los em parte, cada um com um titulo diferente (relacionado á situação da vez).
Eu tenho recebido alguns prêmio, como do blog Rabiscos da Say. E tipo, é muito bom receber prêmios, mas quero pedir desculpas a ela por não ter colocado os selos aqui. É que há algumas semanas atrás eu estava totalmente desanimada pra postar e admito que estava com preguiça de ficar indicando vários blogs (sério). Mas, sei lá, prêmios são sempre bem vindos (lógico), principalmente agora que animei novamente.
É isso. Beijos, uma ótima semana pra todos vocês, muitos mais anos de vida pra mim (Lógico) e a continuação da história (que por acaso está sem nome. Adoraria receber sugestões.) logo a seguir:
A vingança dos nerds - partes do cap. 5
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Grande engano. Não sei se ele é um completo anti-social ou se não gosta de mim mesmo. Acho que fico com a segunda hipótese, já que ele começou a falar com a galera do time de futebol e com os músicos. Espera aí, com os músicos?! Qual é! Como vou aparecer pra tocar com os caras toda sexta-feira se essa criatura estiver por lá? Ah, tanto faz, acabei de me lembrar que fui expulsa na sexta-feira passada por derrubar a guitarra preciosa do Steve. Que besteira, só porque ela era do cara do Aerosmith. Grande coisa.
Ah, quer saber? Por que me preocupar tanto com esse cara? Quer dizer, ele sempre foi um esquisito problemático quando criança e só porque agora ele é um esquisito problemático muito gato não quer dizer nada, só que ele é muito gato.
- Eu espero que já esteja providenciando a minha nova guitarra autografada. – Disse o Steve logo depois de eu fechar meu armário e ir em direção á aula de biologia. Por zueira do destino lá no meio dele e do povão da música estava o Ben.
- Sonha. – Eu disse passando direto, mas não é o que bendito puxou meu braço?
- Eu to falando sério. Aquela guitarra é uma relíquia.
- Tem que aprender a tocar primeiro pra depois ter uma. – Eu disse irônica.
- Eu sei tocar!
- Borboletinha na cozinha não é lá uma música muito rock’ and roll. – Disse eu soltando um leve sorriso sarcástico. Os amigos dele deram risada, mas se calaram depois do olhar de reprovação.
- Eu não sei como te aceitei no clube de músicos há 3 anos atrás.
- Foi só porque você tava apaixonado por ela. – Disse um dos amigos burros dele. Eu arregalei os olhos.
- Quê?!
- Hun, é claro que não. Eu não sou louco. – Disse Steve. – Vambora! – Disse ele virando-se pra ir pra aula, mas antes disso despediu-se de Ben com um toque de mão, logo depois todos os outros músicos o seguiam.
- Eu hein. – Disse á mim mesma antes de virar-me e ir pra sala até Holly ir correndo em minha direção, parecia desesperada.
- Hayley! Cuidado!
- Que foi?
- Os Matletas estão procurando você pra se juntar á eles! – Eu me espantei. Era puro suicido social, como diziam em “meninas malvadas”. Eu sei que não pareço nada nerd, mas por trás dessa figura descolada que é a minha pessoa tem uma garota que adora matemática, biologia, química e astrologia. Tanto que só tiro A.
- Eu não posso me juntar á eles!
- Tenta uma manobra chamada “dizer não” – Intrometeu-se Ben com arrogância e desprezo, enquanto arrumava seu novo armário, que por acaso, era quase do lado do meu.
- Eu posso tentar outra manobra chamada “Quebrar a sua cara” – Respondi brava e ele deu risada, virou-se e ficou encostado no armário de braços cruzados prestando atenção na nossa conversa. – Não vou entrar nisso coisa nenhuma. Os caras são malucos! E além do mais, qual é a graça em ficar vegetando numa sala de aula, com as calças acima do umbigo, conversas idiotas sobre números e vendo um garoto ter uma crise de asma a cada cinco minutos? – Quando percebi, vi a cara da Holly que não era muito boa. – Eles estão atrás de mim, não estão? – Perguntei.
- Estão sim. – Respondeu. Me virei com uma cara de pessoa simpática, mas vi os nerds me olhando feio e de braços cruzados.
- E aí gente?
Eis uma lição valiosa: Nunca mexa com os nerds. Quer dizer, nunca mexa com os nerds da James K. Polks. Melhor: Nunca mexa com os nerds da galera dos Matletas. Não é só na matemática que eles são bons. São bons em se vingarem virtualmente. Quer dizer, eles têm o seu lado hacker.
Por isso odeio a tecnologia. Antes todos estavam satisfeitos com a boa e velha vingança cara-a-cara. Aquela em que se podia se vingar sem ter certeza do ponto fraco da pessoa. Espera, acho que acabei de inventar isso. Tanto faz. O fato é que os nerds me fizeram pensar que não ligavam pro fato de eu ofendê-los pelas costas (o que não faria muita diferença se fosse cara-a-cara). Então eu me esqueci do acontecimento do corredor e segui a minha vida. Mas naquele mesmo dia, na aula de filosofia, algo aconteceu.
Ah, quer saber? Por que me preocupar tanto com esse cara? Quer dizer, ele sempre foi um esquisito problemático quando criança e só porque agora ele é um esquisito problemático muito gato não quer dizer nada, só que ele é muito gato.
- Eu espero que já esteja providenciando a minha nova guitarra autografada. – Disse o Steve logo depois de eu fechar meu armário e ir em direção á aula de biologia. Por zueira do destino lá no meio dele e do povão da música estava o Ben.
- Sonha. – Eu disse passando direto, mas não é o que bendito puxou meu braço?
- Eu to falando sério. Aquela guitarra é uma relíquia.
- Tem que aprender a tocar primeiro pra depois ter uma. – Eu disse irônica.
- Eu sei tocar!
- Borboletinha na cozinha não é lá uma música muito rock’ and roll. – Disse eu soltando um leve sorriso sarcástico. Os amigos dele deram risada, mas se calaram depois do olhar de reprovação.
- Eu não sei como te aceitei no clube de músicos há 3 anos atrás.
- Foi só porque você tava apaixonado por ela. – Disse um dos amigos burros dele. Eu arregalei os olhos.
- Quê?!
- Hun, é claro que não. Eu não sou louco. – Disse Steve. – Vambora! – Disse ele virando-se pra ir pra aula, mas antes disso despediu-se de Ben com um toque de mão, logo depois todos os outros músicos o seguiam.
- Eu hein. – Disse á mim mesma antes de virar-me e ir pra sala até Holly ir correndo em minha direção, parecia desesperada.
- Hayley! Cuidado!
- Que foi?
- Os Matletas estão procurando você pra se juntar á eles! – Eu me espantei. Era puro suicido social, como diziam em “meninas malvadas”. Eu sei que não pareço nada nerd, mas por trás dessa figura descolada que é a minha pessoa tem uma garota que adora matemática, biologia, química e astrologia. Tanto que só tiro A.
- Eu não posso me juntar á eles!
- Tenta uma manobra chamada “dizer não” – Intrometeu-se Ben com arrogância e desprezo, enquanto arrumava seu novo armário, que por acaso, era quase do lado do meu.
- Eu posso tentar outra manobra chamada “Quebrar a sua cara” – Respondi brava e ele deu risada, virou-se e ficou encostado no armário de braços cruzados prestando atenção na nossa conversa. – Não vou entrar nisso coisa nenhuma. Os caras são malucos! E além do mais, qual é a graça em ficar vegetando numa sala de aula, com as calças acima do umbigo, conversas idiotas sobre números e vendo um garoto ter uma crise de asma a cada cinco minutos? – Quando percebi, vi a cara da Holly que não era muito boa. – Eles estão atrás de mim, não estão? – Perguntei.
- Estão sim. – Respondeu. Me virei com uma cara de pessoa simpática, mas vi os nerds me olhando feio e de braços cruzados.
- E aí gente?
Eis uma lição valiosa: Nunca mexa com os nerds. Quer dizer, nunca mexa com os nerds da James K. Polks. Melhor: Nunca mexa com os nerds da galera dos Matletas. Não é só na matemática que eles são bons. São bons em se vingarem virtualmente. Quer dizer, eles têm o seu lado hacker.
Por isso odeio a tecnologia. Antes todos estavam satisfeitos com a boa e velha vingança cara-a-cara. Aquela em que se podia se vingar sem ter certeza do ponto fraco da pessoa. Espera, acho que acabei de inventar isso. Tanto faz. O fato é que os nerds me fizeram pensar que não ligavam pro fato de eu ofendê-los pelas costas (o que não faria muita diferença se fosse cara-a-cara). Então eu me esqueci do acontecimento do corredor e segui a minha vida. Mas naquele mesmo dia, na aula de filosofia, algo aconteceu.
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4 comentários:
gostei do blog. ! :D
sim, o texto é meu :d
Heeei, parabéns ;D
Vou admitir que não li o texto agora, mas daqui a pouco eu leio (:
Haha que bom que você curtiu o desenho :D Mas meu Greg é diferente do Edward. Tipo, a pessoa que o inspira nada tem a ver com o vampiro (: AUHEAUEHAUH, mas enfim. O sorriso não é diabólico, foi só uma coisa que a Mona disse, compreende ;D
Beijobeijo:*
Oi Danii, que bom saber que sou inspiração pra você, fico agradecida enormemente!Rs;
Parabéns pelas primaveras completadas, mais um ciclo se forma. E ter 16 anos é tão bom...
A história continua ótima, adoooro a forma como escreve, continue postando que eu continuarei lendo.
Beijoss!
omg, o que aconteceu na aula de filosofiaaa??
Vou ficar com muito dó se o orkut e o MSN dela for altamente zoado... tadinha.
(aguardando anciosa)
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