Ei, meus caros leitores, blogueiros e afins! Eu sei, eu sei...Passei tempo demais sem vir aqui dar as caras. Por quê? Eu sei lá. Talvez só em momentos de extrema falta do que fazer eu compareça ao meu (mais amado) blog. Começando com uma frase esquisitissíma: "O meu penacho...". Não é bem uma frase, é a última frase de um livro que li certa vez, Cyrano de Bergerac. Nem lembro se foi isso mesmo que ele disse em seu leito de morte. Quer dizer, ele realmente não tinha coisa melhor pra dizer? Eram suas últimas palavras! Eu as gastaria em coisas melhores como, sei lá: "Salve as baleias!", "Acabem com a fome no mundo!", "Não esqueçam de fechar o caixão por causa do meu nariz." (Ele tinha um complexo meio grande do seu nariz) ou até mesmo "La Push, baby!" (piadinha twilighters).
Aliás, ô complexo besta. Sério, o cara perdeu o amor da vida dele, que amou ele sem saber (ô coisa confusa) e só soube quando ele estava morrendo (espera, soube mesmo?). Essa história pode até não ser uma fábula, mas que tinha um moral, ah isso tinha (pra mim pareceu ter): Se for se declarar pro seu amor com cartas, diga quem você é de verdade, de preferência, senão vai passar o resto da vida sendo torturado pela sua consciência que lhe dirá o quanto você foi imbecil deixando que um soldado desconhecido fosse amado no seu lugar.
Agora estou curiosa...Que diabo é um penacho? Você não sabe? Ahá, eu sei! (E viva o Google!) São aquelas peninhas que ficam em volta dos chapéus, tipo o chapéu do Cyrano de Bergerac. Tudo bem, essa revelação torna o sentido da última frase em seu leito de morte ainda mais tosca e desnecessária. Ficaria bem mais digno "Eu te amo, Roxane!". Afinal, ele amava mesmo a garota, não é?
Ah, mas vamos dar um pouco de crédito ao Cyrano. Ele não era de todo bobo. O cara era simplesmente músico, astrônomo e poeta! Roxane iria amar ele também, talvez. Ela parecia ter um bom coração. Daqueles que amam palavras bonitas e não ligam pra um nariz estranho. É, a insegurança foi uma desgraça até mesmo para o próprio Cyrano de Bergerac.
Pensando bem, deve ser por isso que muita gente anda por aí com o nariz empinado. Talvez queiram mostrar-se o oposto dele: Impinando um nariz normal e esbanjando segurança pra dar e vender. Eu hein, vai entender.
3 comentários:
Dani,
Primeiramente, muito obrigada pelo comentário, creio que todas nós já fizemos loucuras em prol da aparência, ou talvez, apenas para nos sentirmos encaixadas naquilo que o mundo quer que sejamos, acreditando numa falsa felicidade, simplesmente por não estarmos excluídas!
Em segundo lugar, você contou o final da história! rsrsr
Mas enfim, ainda assim quero ler o livro - e veja que nem os personagens estão livres de complexos!!
Que loucura....
gostei de seu texto..nunk li esse livro,mas digo ao contrario de sua opinião .. axo que essa cara foi gênil =D... pois nós ultimos supiros da vida.. ele quis dizer que .. minha vida artificial ou que sua vida era mero objeto de enfeiter..ele se se agarrrou as futilidade da vida;para diz o que ele sentir sem ela !
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