Estava eu esses dias ouvindo as histórias que uma amiga contava sobre suas brigas. Eu ri à beça, porque a forma como ela as contava era cômica, como se fosse mesmo uma piada. E
m algum momento de nossa conversa, ela me perguntou se eu me envolvi na briga que outra amiga havia se metido, para que eu a defendesse e tal. Eu disse que não, pareceu meio absurdo pra ela (ou talvez seja coisa da minha cabeça).
O fato é que eu comecei a pensar nas atitudes que tomamos por precipitação. Eu nunca fui muito de briga. Na 7ª série, agüentava provocações e insultos calada, e sempre, por mais que eu ficasse quieta e na minha, eu era um alvo fácil. Depois da minha estadia no ensino fundamental, o ensino médio pareceu melhor. Talvez por causa de uma ou outra atitude segura que passei para as outras pessoas, ou talvez seja pelo fato de eu ter conhecido pessoas que não julgam uma amizade pela aparência. A 7ª série me fez ver a escola em que eu estudava como um ‘ninho de cobras’, em que eu era constantemente picada, mas sugava o veneno e agüentava o resto dos anos.
Agora, depois de ter um pouco mais de experiências e de estar mais segura comigo mesma, provavelmente eu não aguentaria um desaforo calada, mas sou totalmente adepta ao grupo de pessoas que acha briga algo idiota demais.
Pra começar, nós somos seres humanos. A nossa ‘humanidade’ nos diferencia de todos os outros seres. Por termos um cérebro capaz de raciocinar e uma boca apta para soltar argumentos, por quê é que insistimos tanto em usar a força bruta para conseguirmos resolver nossas desavenças? Pelo que eu sei, isso nunca resolveu nada, e nunca vai resolver, mas mesmo assim insistimos mais e mais. Como já dizia alguém muito esperto, “errar é humano, insistir no erro é burrice”. Sendo assim, eu teria mesmo que concluir que alguns de nós somos burros?
Sei lá, mas provavelmente foi o que eu penso que me fez não me envolver numa briga que, pra começar, nem era minha. E provavelmente, ao critério de várias pessoas da minha escola, eu arreguei, sou traíra e tudo mais. Bom, ainda bem que o que as pessoas pensam de mim não me afeta tanto assim. Além do mais, eu gosto de ser a garota que é contra brigas, afinal, violência só gera violência e consequentemente mostra o quão ignorante o ser humano pode ser, mesmo sendo humano.
Só sei que toda essa falta de bom senso nos leva de volta ao tempo das cavernas: “Olho por olho, dente por dente”...Uau, e eu achando que éramos evoluídos.
m algum momento de nossa conversa, ela me perguntou se eu me envolvi na briga que outra amiga havia se metido, para que eu a defendesse e tal. Eu disse que não, pareceu meio absurdo pra ela (ou talvez seja coisa da minha cabeça).O fato é que eu comecei a pensar nas atitudes que tomamos por precipitação. Eu nunca fui muito de briga. Na 7ª série, agüentava provocações e insultos calada, e sempre, por mais que eu ficasse quieta e na minha, eu era um alvo fácil. Depois da minha estadia no ensino fundamental, o ensino médio pareceu melhor. Talvez por causa de uma ou outra atitude segura que passei para as outras pessoas, ou talvez seja pelo fato de eu ter conhecido pessoas que não julgam uma amizade pela aparência. A 7ª série me fez ver a escola em que eu estudava como um ‘ninho de cobras’, em que eu era constantemente picada, mas sugava o veneno e agüentava o resto dos anos.
Agora, depois de ter um pouco mais de experiências e de estar mais segura comigo mesma, provavelmente eu não aguentaria um desaforo calada, mas sou totalmente adepta ao grupo de pessoas que acha briga algo idiota demais.
Pra começar, nós somos seres humanos. A nossa ‘humanidade’ nos diferencia de todos os outros seres. Por termos um cérebro capaz de raciocinar e uma boca apta para soltar argumentos, por quê é que insistimos tanto em usar a força bruta para conseguirmos resolver nossas desavenças? Pelo que eu sei, isso nunca resolveu nada, e nunca vai resolver, mas mesmo assim insistimos mais e mais. Como já dizia alguém muito esperto, “errar é humano, insistir no erro é burrice”. Sendo assim, eu teria mesmo que concluir que alguns de nós somos burros?
Sei lá, mas provavelmente foi o que eu penso que me fez não me envolver numa briga que, pra começar, nem era minha. E provavelmente, ao critério de várias pessoas da minha escola, eu arreguei, sou traíra e tudo mais. Bom, ainda bem que o que as pessoas pensam de mim não me afeta tanto assim. Além do mais, eu gosto de ser a garota que é contra brigas, afinal, violência só gera violência e consequentemente mostra o quão ignorante o ser humano pode ser, mesmo sendo humano.
Só sei que toda essa falta de bom senso nos leva de volta ao tempo das cavernas: “Olho por olho, dente por dente”...Uau, e eu achando que éramos evoluídos.
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