Abraham Lincoln disse certa vez que pecar pelo silêncio quando se deveria protestar, transforma homens em covarde. Isso provavelmente o matou, porque a verdade era algo não muito cultivado naqueles dias e ainda não é nos dias de hoje. Digo isso porque Lincoln não era o tipo de cara com medo da crítica das pessoas. O 16º presidente dos Estados Unidos lutava incansavelmente por algo que acreditava: a capacidade de um povo de governar a si mesmo. Então, em um não tão belo dia, um ator se rebela contra ele logo após um discurso em que o mesmo prometia o direito de voto aos negros. A verdade de que todos temos direitos iguais independentemente da cor não foi aceita pelo sujeito, que lhe meteu um tiro a sangue frio na cabeça.
Isso nos leva a uma questão: Por que é tão difícil aceitar a verdade?
Na internet isso é frequente. Vemos aí o exemplo dos blogs, vlogs e afins, boa parte deles direcionados à crítica social. No comentário dos internautas dividem-se grupos: Os que concordam, os que não concordam e os que sabem que é verdade, mas não admitem de jeito nenhum. Esse último em questão se diferencia sim daqueles que não concordam, pois aqueles que não concordam são pessoas que tem uma opinião contrária já formada ou que tem argumentos para não concordar. O último grupo passa a ter uma espécie de dissonância cognitiva: ele sabe que é verdade, mas ao mesmo tempo racionaliza que o autor é um idiota, que o blog/vlog é uma droga ou qualquer outra coisa que o faça sentir-se na razão de criticar algo que tem sentido.
Presenciamos também exemplos mais rotineiros, como o camarada que usa drogas, sabe que ela faz mal, mas estufa o peito para defender seu uso.
A verdade é que o ser humano tem uma dificuldade (mais inclinada pra teimosia) imensa de aceitar uma verdade incontestável. A maioria se recusa a parar pra pensar no que aquilo pode significar. Um grande exemplo é o vídeo do vlogueiro Felipe Neto, intitulado como “Gente que escreve errado”. Foi uma verdade incontestável, pois realmente a dificuldade que o povo brasileiro tem em escrever certo é imensa, e tudo por pura teimosia, preguiça ou ignorância mesmo (e estou falando de pessoas que tiveram condições de ir à escola). Mesmo assim, a quantidade de trolls da internet e sujeitos sem um pingo de cultura foi imensa em comentários contra tudo aquilo. E não eram comentários com um ponto de vista que fazia sentido, eram pessoas que não concordavam, mas ao mesmo tempo admitiam seu erro ao dizer: “Eu escrevo errado mesmo, e daí?!”.
Minha mãe sempre diz que a verdade liberta, e ela tem razão. Algum dia, quando todos engolirem (se engolirem) o orgulho, a ignorância e até mesmo a trollagem, a verdade nos levará a um ponto de vista comum: A necessidade de mudança. Porque doa a quem doer, é esse tipo de verdade que provoca modificações profundas.
Isso nos leva a uma questão: Por que é tão difícil aceitar a verdade?
Na internet isso é frequente. Vemos aí o exemplo dos blogs, vlogs e afins, boa parte deles direcionados à crítica social. No comentário dos internautas dividem-se grupos: Os que concordam, os que não concordam e os que sabem que é verdade, mas não admitem de jeito nenhum. Esse último em questão se diferencia sim daqueles que não concordam, pois aqueles que não concordam são pessoas que tem uma opinião contrária já formada ou que tem argumentos para não concordar. O último grupo passa a ter uma espécie de dissonância cognitiva: ele sabe que é verdade, mas ao mesmo tempo racionaliza que o autor é um idiota, que o blog/vlog é uma droga ou qualquer outra coisa que o faça sentir-se na razão de criticar algo que tem sentido.
Presenciamos também exemplos mais rotineiros, como o camarada que usa drogas, sabe que ela faz mal, mas estufa o peito para defender seu uso.
A verdade é que o ser humano tem uma dificuldade (mais inclinada pra teimosia) imensa de aceitar uma verdade incontestável. A maioria se recusa a parar pra pensar no que aquilo pode significar. Um grande exemplo é o vídeo do vlogueiro Felipe Neto, intitulado como “Gente que escreve errado”. Foi uma verdade incontestável, pois realmente a dificuldade que o povo brasileiro tem em escrever certo é imensa, e tudo por pura teimosia, preguiça ou ignorância mesmo (e estou falando de pessoas que tiveram condições de ir à escola). Mesmo assim, a quantidade de trolls da internet e sujeitos sem um pingo de cultura foi imensa em comentários contra tudo aquilo. E não eram comentários com um ponto de vista que fazia sentido, eram pessoas que não concordavam, mas ao mesmo tempo admitiam seu erro ao dizer: “Eu escrevo errado mesmo, e daí?!”.
Minha mãe sempre diz que a verdade liberta, e ela tem razão. Algum dia, quando todos engolirem (se engolirem) o orgulho, a ignorância e até mesmo a trollagem, a verdade nos levará a um ponto de vista comum: A necessidade de mudança. Porque doa a quem doer, é esse tipo de verdade que provoca modificações profundas.
3 comentários:
Oii Daniiii..
Legal ver o seu post, ms discordo em grande parte do que vc disse! Não acredito em uma verdade que seja universal, e qdo vc diz "falta de cultura" soa um pouco pedante e elitizado!! A propria forma de certa classe, grupo ou sob qual faceta se age já denota uma linha que caracteriza a cultura. Para mim a verdade é tão relativa. Ser branco, negro, pobre, rico, gay ou hetero exemplificam que não somos iguais. não se pode pregar a igualdade absoluta, já q somos tão diferentes. o q eu acredito é na igualdade de direitos e culmina em cada um ser respeitado no q se tem em comum, mas sobretudo nas suas especificidades!!!
gostei do seu texto. é bom debater com pessoas de opinião!
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depois se quiser passa lá: http://culturapoperudita.blogspot.com/
Bjin!!!
Rafa 0/
Oi Dani!
Encontrei seu blog por acaso e, posso dizer com toda sinceridade que adorei!
Você escreve muito bem, parabéns!
Eu sou estudante universitária de Português e um dos maiores desafios que a gente encontra na prática é como passar a norma culta às pessoas, pois alguns daqueles que têm acesso à educação, simplesmente fecham os olhos pra isso. Acho sim que temos que valorizar a língua falada, o informal, pois isso é a expressão do povo, da nossa língua ativa. Mas também é necessário aprender essa língua "estrangeira", que é o português escrito, porque sem ele, você não terá um futuro muito promissor. O mercado de trabalho exige um conhecimento dessa área e não tem como fugir disso. São duas línguas diferentes: falar "nóis vai" não é problema, desde que você esteja com seus amigos ou familiares. Mas falar "nóis vai" numa entrevista de emprego ou numa reunião é inadimissível. Pior ainda é escrever.
Por isso eu defendo o ponto que, entre amigos, fale do jeito que quiser. Particularmente odeio gente que, na mesa do bar, fica corrigindo "erros" de português.
É isso. Como o Rafa disse, é bom debater com pessoas de opinião!
Se quiser, dá uma passada lá no meu blog, onde relato alguns casos da vida cotidiana :)
http://elanaoeu.blogspot.com
beijos!
N.
Gostei do texto, moça.
Falou e disse.
Tem muita gente que não tem coragem
de abrir os olhos para o que está bem em frente. Se esconde, ignora ou
teima... Enfim.
bjos.
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