sábado, 6 de março de 2010

Seja idiota!

Como já dizia o filósofo em um texto que li: "Ser idiota é vital para a felicidade". Mas por quê?!
Sabe, eu particulamente acho que todos os problemas do dia a dia geram muita seriedade, uma rotina exaustiva e, consequentemente, um tanto de infelicidade. A idiotice que eu e o tal filósofo falamos é a "idiotice saudável". Quem consegue viver sem uma piadinha?!
Pô, é tão chato estar do lado de alguém que é sensato em tudo. "Tudo tem uma teoria", "cada um tem aquilo que merece", "que infantilidade!". Dá vontade de gritar "Meo, cala a boca!". Na moral? Vai ser feliz, dar risada, ter momentos de descontração, rir do defeito que viram em você. Vá pra praia e pule na água feito criança, brinque de quem fica mais tempo debaixo d'água. Não importa se você tem 10 ou 40 anos! Dance a dança da galinha se for preciso, mas pelo amor de Deus! Seja um idiota!
Levar uma vida séria ao pé da letra é perda de tempo. Guarde a seriedade pra momentos em que você REALMENTE precisa ser sério. Fora isso, seja idiotamente idiota. Seja simplesmente...Feliz. Feliz nas pequenas coisas, nos mais simples momentos. Esse deve ser o segredo.
Agora se me dão licensa, vou lá pra fora ser um pouco idiota ;D

Observação 1: Não que o Gato Felix seja realmente idiota. Ah, ele é um bom gato.
Observação 2: Esqueça, ele é um gato feliz. Encaixa no conceito de 'ser idiota'
Observação 3: Texto quase que totalmente inspirado no texto de Arnaldo Jabor (O cara é bom)

Só pra finalizar, deixo aí o video da Pitty com o Cascadura cantando Inside the beer bottle, da banda úteros em Fúria. Muito bom.

terça-feira, 2 de março de 2010

"...O meu penacho!"

Ei, meus caros leitores, blogueiros e afins! Eu sei, eu sei...Passei tempo demais sem vir aqui dar as caras. Por quê? Eu sei lá. Talvez só em momentos de extrema falta do que fazer eu compareça ao meu (mais amado) blog. Começando com uma frase esquisitissíma: "O meu penacho...". Não é bem uma frase, é a última frase de um livro que li certa vez, Cyrano de Bergerac. Nem lembro se foi isso mesmo que ele disse em seu leito de morte. Quer dizer, ele realmente não tinha coisa melhor pra dizer? Eram suas últimas palavras! Eu as gastaria em coisas melhores como, sei lá: "Salve as baleias!", "Acabem com a fome no mundo!", "Não esqueçam de fechar o caixão por causa do meu nariz." (Ele tinha um complexo meio grande do seu nariz) ou até mesmo "La Push, baby!" (piadinha twilighters).
Aliás, ô complexo besta. Sério, o cara perdeu o amor da vida dele, que amou ele sem saber (ô coisa confusa) e só soube quando ele estava morrendo (espera, soube mesmo?). Essa história pode até não ser uma fábula, mas que tinha um moral, ah isso tinha (pra mim pareceu ter): Se for se declarar pro seu amor com cartas, diga quem você é de verdade, de preferência, senão vai passar o resto da vida sendo torturado pela sua consciência que lhe dirá o quanto você foi imbecil deixando que um soldado desconhecido fosse amado no seu lugar.
Agora estou curiosa...Que diabo é um penacho? Você não sabe? Ahá, eu sei! (E viva o Google!) São aquelas peninhas que ficam em volta dos chapéus, tipo o chapéu do Cyrano de Bergerac. Tudo bem, essa revelação torna o sentido da última frase em seu leito de morte ainda mais tosca e desnecessária. Ficaria bem mais digno "Eu te amo, Roxane!". Afinal, ele amava mesmo a garota, não é?
Ah, mas vamos dar um pouco de crédito ao Cyrano. Ele não era de todo bobo. O cara era simplesmente músico, astrônomo e poeta! Roxane iria amar ele também, talvez. Ela parecia ter um bom coração. Daqueles que amam palavras bonitas e não ligam pra um nariz estranho. É, a insegurança foi uma desgraça até mesmo para o próprio Cyrano de Bergerac.
Pensando bem, deve ser por isso que muita gente anda por aí com o nariz empinado. Talvez queiram mostrar-se o oposto dele: Impinando um nariz normal e esbanjando segurança pra dar e vender. Eu hein, vai entender.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O melhor amigo

Esse é um dos pequenos contos que ando escrevendo, que têm como principal personagem uma única pessoa. Curtam aí.

Narradora/personagem: Demi Parker
Série de Contos "Quase sem querer"
Autora: Daniela G. de Souza



O melhor amigo


Jacob Willians, mais conhecido por Jake, é meu melhor amigo. Eu sei bem que tipo de melhor amigo todos que me conhecem socialmente pensam que alguém como eu tenha. Aquele tipo bem nerd, asmático, com um sério problema de espinhas e prisão de ventre. Bem, lamento decepcioná-los, mas meu melhor amigo é o oposto de tudo isso que acabo de citar.
Jake, com seus 1,80 de altura, pele bronzeada, sorriso perfeitinho,cabelos pretos e espetados (ou sensualmente bagunçados) e talento para amizades conquistou a popularidade da escola inteirinha. De fato, eu nunca acreditei muito que Jake tivesse algum futuro do tipo que todo astro escolar tem enquanto reina no colegial. Não que eu o achasse um desengonçado, esquisito que só iria descobrir sua ‘essência’ ao entrar no 1º ano. Ao contrário, Jake sempre teve esse modo...Bonito, vamos dizer assim, de ser. Só que o Jake que eu conheço desde os oito anos de idade não tem (ou não tinha) o perfil desses caras. Quero dizer, a personalidade. Ele era só um pirralho muito do engraçadinho que me botava apelidinhos, puxava meu cabelo e jogava vídeo game comigo (e sempre se revoltava quando eu ganhava dele no Street Fighter).
Nunca aos oito, nove, dez e seja lá mais quantos anos eu podia ter que eu veria o Jake como um cara do qual eu podia namorar, apaixonar e todas essas asneiras. Eu nem sequer entendia porque é que aquelas pivetinhas da 4ª série tanto suspiravam quando o viam (e se quer saber, ainda não entendo). Eu só me dei conta do sucesso do Jake com as garotas quando entramos na 7ª série. Começou a rolar um boato estúpido sobre eu e Jake namorarmos. Claro que quando eu soube disso desmenti na hora e deixei bem claro que eu e Jake éramos amigos e que isso não iria mudar. O fato foi que quando eu pensei que a maré havia abaixado, Livy começou a espalhar pela escola que eu era sim apaixonada por ele, mas disse tudo aquilo pra não acabar com nossa amizade e não pagar o mico de ser rejeitada.
Quando isso chegou aos ouvidos do Jake, tudo que ele fez foi dar risada. Aliás, rimos juntos. Dizer que sequer éramos apaixonados um pelo outro já era uma piada absurda demais. O ruim foi ficar com a fama de garota mal amada pela escola inteira.
Hoje, no 2º ano, as pessoas ainda não entendem muito bem como um cara tão influente, popular e social como Jacob pode ter uma amiga tão oposto disso tudo. Acontece que eu conheço Jake há tempo suficiente pra afirmar que ele é muito mais que essa imagem perfeitinha que criaram dele. Qual é, nós brincávamos de lutinha juntos! E se quer saber, eles deviam me agradecer pelo Jacob ter o visual que tem hoje, ou pelo menos o cabelo. Eu o ensinei a usar o gel.
Ele estava a ponto de passar cola no cabelo para deixá-lo em pé e com um visual bem rockstar. Claro que, consideremos que eu deixei ele fazer isso na primeira vez porque achei que seria bem engraçado (e de fato foi). Mas depois eu o ajudei a tirar toda a cola do cabelo. Fiquei uma semana rindo dele, mas a lição valeu, certo? Nada de cola no cabelo.
Jake eu tínhamos bastante coisa em comum, uma delas era a música. Eu, como filha de uma ex-roqueira, tinha nada mais nada menos que o rock, a música e o talento no sangue. Guitarra e piano sempre foram meus instrumentos preferidos e os de Jake também. Mas ele era melhor pianista, e eu melhor guitarrista. Um ajudava o outro naquilo que mais lhe trazia dificuldades na música. Nos outros aspectos da vida era a mesma coisa.
Jacob e eu tínhamos uma amizade intensa e duradoura demais pra acabar simplesmente por causa do ego dos outros (e até do próprio Jacob). Não que ele fosse alguém muito exibido e tudo mais, só que a atenção e a ‘adoração’ que as pessoas sentiam por ele ás vezes inflava um pouco seu ego. Era difícil aguentá-lo quando ele ficava assim. O bom é que isso era raro.
Éramos dois irmãos, tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão iguais. O colegial era mortificante pra mim, para Jake era o paraíso, mas ele nunca havia deixado de ser ele mesmo. Deve ser por isso que somos tão amigos. Por causa da sinceridade e lealdade que sempre tivemos um com o outro.
Agora, deixando todo sentimentalismo de lado, a única coisa que me incomoda na vida super ‘badalada’ do Jacob na escola é o fato da minha arque-inimiga, Livy Taylor, ser sua ex-namorada, mas sempre seu grude particular. Ela e Jacob terminaram há 9 meses, mas ela nunca sequer larga do pé dele. O que é meio estranho, considerando que foi ela quem terminou com ele. Veio com aquela desculpa de “Não é você, sou eu” e acabou destroçando o coração do pobre Jake, que na época era apaixonadérrimo por ela. E, aquela história de “Não é você sou eu” soaria mais resumidamente e sincera na seguinte frase: “Arranjei outro, só lamento pra você.”.
Outro defeitinho do Jake: Ele acabou virando galinha por causa de sua experiência ruim com a Livy.
Viu como tenho motivos de sobra para tê-la como minha arque-inimiga? É muito difícil inventar desculpas para as ‘apaixonadas’ a cada vez que o Jake enjoa delas (depois de um dia juntos).
Mas fazer o que, melhores amigos são pra essas coisas. Ou quase isso.

sábado, 17 de outubro de 2009

Amor, love, liefhebben, aimer, 爱 *

Amor, eis aí uma coisa complicada de se entender. A gente ama, mas sofreee... É como se a cada vez que nos apaixonássemos estivessemos pedindo por um pouquinho de sofrimento no coração.
O ciúme, por exemplo, é uma coisa triste. Ô sentimentozinho cretino que toma conta das nossas emoções e razões. Imaginamos coisas que não existem, nossa estima cai e depois somos vistas como loucas ciumentas. Injusto, não? Ou somos a dona da razão, ou estamos apenas imaginando coisas. Como eu disse, amor: complicado.
Outra coisa, a falta de atenção.
"Jesus do céu, como essa criatura ousa não me ligar?! Que tipo de amor é esse que não tem um torpedozinho sequer? Sei lá, você podia de repente me dizer um "Eu te amo" só pra variar, sabe?"
Porque estamos sempre tão preocupados em sermos únicos?! É inevitável se sentir em segundo lugar por qualquer situaçãozinha cretina que aparecer. Queremos sempre exclusividade, mas damos exclusividade? Sinto muito, mas sempre disse a mim mesma e ás outras pessoas que recuso fazer com que meu mundo gire somente em volta de alguma pessoa. Eu tenho a mente aberta, não consigo basear a minha vida apenas a algo ou alguém. Tenho sempre que ter algo além. Isso não faz de mim uma pessoa fria ou arrogante. Acontece que é um modo de se proteger contra decepções. Botar uma pessoa num pedestal não faz dela mais amada. Amor é algo que vai muito mais além disso. É entender, aceitar.
Amor: complicado.
Medo de amar demais, medo de não saber dar valor, medo de não ser amado.
Por que será que uma palavrinha pode conter significados tão complexos? Uma palavra tão pequena, mas que une nações. Um sentimento tão grande, mas tão pouco valorizado, tão pouco compreendido.
Um sentimento que mesmo parecendo vir sempre com uma pontinha de dor vale a pena. As pessoas não pensam em coragem para se arriscar, elas se entregam à ele sem pensar no que virá depois.
Amor: complicado, mas no final das contas, amar faz tão bem que vale a pena. Se for verdadeiro não há ciúmes nem medos que acabem com ele. Além do mais, nada melhor do que ter alguém pra abraçar e dizer um bom e belo: eu te amo, certo?

.



*A palavra amor em várias línguas


domingo, 5 de julho de 2009

Xô medo de arriscar!!

JESUSMARIAJOSÉ##.! O que há de errado com nossas cabeças? Sério, eu realmente gostaria de saber. Ontem eu finalmente acordei de uma dormência das melhores coisas da vida. Eu perdi realmente tanto tempo com medo de errar? A má notícia é que: Sim, eu perdi todo esse tempo. A boa? Eu também perdi esse medo.
Eu sempre acabava pensando naqueles futuros tristes de uma mulher solitária com apenas 27 gatos como razão de viver. Isso de certa forma me amedrontava, mas eu tenho que admitir que o medo que eu tinha de tentar novamente algo que já foi frustrante um dia era muito maior. O que é meio idiota, considerando que eu estava sempre disposta a tudo, mas na hora H a coisa era outra.
E sabe o que é mais legal? Valeu a pena. Está valendo até agora. Eu não sei bem se semana que vem vou ver tudo com os mesmos olhos apaixonados, mas o amanhã é amanhã e o hoje é simplesmente hoje.
Karina antes de me dar o maior presente que já recebi (te digo no final do post qual foi) disse: "Dani, estou te dando uma felicidade e uma decepção algum dia" e eu respondi: "É, mas se eu nunca tentar, vou continuar sempre do mesmo modo", o que até fez sentido já que eu estava completamente inconformada com a minha vida super dentro da rotina. Há um mês atrás eu pensava todos os dias em como as pessoas que eu conheci há tempos atrás evoluíram. Suas vidas foram levadas pra um rumo que eu nem sequer conhecia (e lá vem o pilantra do medo novamente) enquanto eu me via sempre parada no mesmo lugar. Vocês devem saber o que é isso. Algum de vocês. É uma sensação péssima, certo? Eu sei, acredite. Eu sei.
O fato é o que eu digo a vocês: 'Não tenham medo!'. O medo que temos de arriscar é só uma simples perda de tempo, porque se não tentarmos vamos mesmo estar quase que destinados a um futuro como o daquela mulher que tem 27 gatos como única coisa na vida.
Sei que estou sendo meio enigmática e vocês (talvez alguns de vocês) devam estar se perguntando: "O que aconteceu, afinal de contas?". Se for o caso, desculpe, mas vou continuar com o enigma, é divertido. A única coisa que posso lhe dizer é que Deus, juntamente com a Karina, me deram a oportunidade de, finalmente, viver!
Termino este post com uma simples palavrinha, que ás vezes, muda vidas:
Obrigada!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Um mundo por trás da minha porta

Quando eu comecei a ser menos anti-social com aquele meu jeito de “fique em casa direto”, eu passei a me divertir mais. Quer dizer, o mundo é enorme e se estar na pequena parte dele chamada Pirituba é irritante, imagine ficar na minúscula partezinha que minha casa representa nesse planeta o tempo inteiro!
Pra mim, estar em casa era fácil. Eu não tinha que encarar o olhar das pessoas (aqueles olhares feios), eu via o mundo apenas da televisão, a violência estava longe de mim e eu me sentia segura, já que é a minha casa e as pessoas com que eu convivo são as mesmas de dezesseis anos atrás.
Mas com o passar do tempo eu me sentia meio que excluída da “sociedade”. Quando meus irmãos começaram a fazer várias amizades na rua, aí é que o bicho pegou. Eu estava na minha casa, aquele meu lugar protegido de frustrações, mas também estava deixando de viver, perdendo amizades e com medo de como a realidade seria. Eu não era aquela garota super anti-social, mas vivia em conflito com algumas pessoas. Eu tinha amigas da escola, mas me sentia uma marciana quando elas falavam de coisas que eu nunca havia feito antes. Na adolescência essas coisas começaram a ficar evidentes. Se eu nunca tivesse feito algo que todo mundo havia feito eu seria uma piada.
Quando terminei o ensino fundamental e fui para o médio, as coisas pareceram melhorar ligeiramente. Quando me dei conta, a sala toda gostava de mim (ou quase toda). Até com os meninos eu havia feito amizade. Foi exatamente aí que eu comecei a me soltar mais. Tudo bem, eu não subi em cima da mesa e comecei a dançar, mas eu passei a me divertir bastante. Eu ria a toda hora e até que ir à escola não era tãao mortificante assim.
Eu continuo tendo aquela personalidade de menina séria, mas isso é só no começo, porque eu percebi que estar sempre no mesmo lugar e de cara fechada é tão chato que eu prefiro estar de bem com a vida e sem medo de encarar o mundo por de trás da porta da minha casa.
Acredite, é uma das melhores coisas.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Absurdamente Desenvolvidos



Tecnologias novas são assuntos que passaram a ser normais em todas as notícias. A evolução tem sido tão grande que ás vezes nós, seres humanos, acabamos cometendo erros estúpidos e nem mesmo nos tocamos.
Nada contra tecnologia. Tecnologia é ótimo. Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em ter aquele tão desejado celular cheio de funções legais, aquele notebook maravilhoso ou até mesmo uma TV LCD novinha em folha.
Não é só nisso que a tecnologia tem sido ótima. A evolução tem sido grande o suficiente para achar novas formas de cura para a medicina, por exemplo. Os chamados “avanços da medicina” que ajudam e muito as pessoas.
O que me chamou atenção demais nos nossos ‘incríveis’ avanços humanos foi o chamado “Large Hadron Collider (LHC)”. Ou seja, o maior acelerador de partículas do mundo.
Uma máquina que foi criada com o intuito de “recriar” o Big Bang. Eles gastaram bilhões de dólares com o LHC para conseguirem compreender a origem do Universo, o que, em minha opinião, é inútil.
Nós seres humanos temos mania de desafiar a lógica, fazer coisas que parecem impossíveis. O homem foi á lua, o homem conseguiu voar criando o avião, descobriu a cura de doenças, CRIOU doenças. Existimos a milhões de anos e evoluímos cada vez mais, lentamente, mas evoluímos. Até que temos motivos de sobra para nos achar a última bolacha do pacote, a cereja do universo e tudo mais.
A questão é que é absurdo gastar tanto em avanços tecnológicos que só servem para satisfazer a curiosidade desafiadora de muitos cientistas ao invés de gastar esses mesmos bilhões em causas mais importantes. Além do mais, essa parece ser apenas mais uma tentativa de mostrarem que a ciência é onipotente e que suas teorias ainda não comprovadas são verdade.
Temos tantos problemas que precisam ser resolvidos urgentemente, como por exemplo, a fome, o aquecimento global, a violência. Problemas em que as dificuldades são extremas quando tentam ser resolvidos. Extremas, mas não impossíveis. E com tudo isso acontecendo, 6 bilhões de dólares são gastos para satisfazer a curiosidade desafiadora e inútil do ser humano.
Eu não odeio a ciência. Acho que ela é bem útil em muitos aspectos, mas ela acaba criando perguntas desnecessárias que acabam em atitudes desnecessárias, como este acelerador de partículas.
O desenvolvimento por qual temos passado nos trouxe até onde estamos, mas nos faz questionar até onde este mesmo desenvolvimento pode nos levar.
E então, até onde?