quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Sonhe até que seus sonhos se REALIZEM


Sonhos. Todo mundo tem, por mais louco ou insano que possa ser. Eu mesma sou um poço ambulante de sonhos. Coisas que imagino todas as vezes que deito para dormir e até mesmo quando passeio com a Princesa (minha cachorra). E meus sonhos não são pequenos não. Neles passo de uma garota normal, da qual as pessoas não esperam muito, para a mulher ousada e sagaz que viaja pelo mundo e adquire todo o conhecimento que pode. Tudo bem, ás vezes também sou uma cantora com uma voz incrível e um programa de televisão (é culpa da TV a cabo). Acontece que eu simplesmente não consigo parar de sonhar.
E fala sério, quem consegue? Tudo porque o ser humano é uma máquina descontrolada de desejos. A cada vez que cumprimos um objetivo, outro desejo mais elevado toma o poder de nossas vontades.
Mas, é lógico, não pense que tudo irá cair do céu. Sonhos são apenas a base. Pra se chegar lá é preciso muito esforço, trabalho duro, e às vezes, algumas lágrimas também. Os obstáculos? Enormes. A inveja e a negatividade tentarão nos atingir a todo o momento, e às vezes conseguirão. Mas você sabe como é, quando caímos, temos que levantar. E quando levantamos, ficamos mais fortes, adquirimos experiência e seguimos em frente.
É um dos ciclos naturais da vida. Se você cai, você levanta. A regra é clara. Continuar no chão se lamentando e pensando em como teria sido é perda de tempo.
Então, sonhe. Sonhar não é para os fracos, como dizem alguns. Muito pelo contrário. É para os fortes que lutam, caem, levantam e seguem em frente à procura do maior sonho de todos: o de ser feliz.


OBS: E lá estava eu lembrando do episódio de Glee que assisti essa semana, onde Matthew Morrison cantava Dream on do Aerosmith junto com Neil Patrick Harris, e pensei: "Hum, Dream until your dream comes true… Boa frase pra um título de post, não?"

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Desabafo

Devo ter passado a maior parte da semana pensando no quê devia escrever. Os assuntos fugiam da minha cabeça. Sim, fugiam. Fugiam porque as únicas coisas que eu sentia eram medo e ansiedade. Cheguei a duvidar da minha prática na escrita, sendo atormentada por um turbilhão de dúvidas. Afinal, onde estava a forma natural pela qual minhas palavras saíam?
Então eu travei. Travei por meses, talvez. Morrendo de medo de não ser ótima com as palavras como antes. Tem ideia do quanto é frustrante pensar que não é boa naquilo que você se dedicou a vida toda? Dói. Claro que dói. Um escritor perder o dom de juntar as palavras era como um cantor perder a voz. E era assim que eu estava: sem voz.
Sem a minha voz, meus planos estavam por um fio. Toda a imagem que tinha de como seria minha vida não parecia valer mais nada. Elas não passavam de meros sonhos, daqueles que não temos vontade de acordar nunca mais. Fui invadida por medos e inseguranças, duvidando da minha capacidade e temendo uma vida sem grandes desafios. Ou pior: Uma vida em que eu tivesse desafios e os achasse inalcançáveis.
Admitir ter perdido o tal dom? Nem pensar! É difícil demais dar adeus a algo tão valioso em nossas vidas. E sempre foi assim que eu encarei a escrita, desde a minha primeira leitura, desde a minha primeira redação. Valiosa.
Mas decidir meu futuro com uma caneta Bic me deixou paranóica. Provas, futuro, profissão. Nada mais parecia certo. Aonde minha certeza havia se metido? Era eu que estufava o peito para dizer a grande escritora que seria e a grande jornalista que me tornaria, não era? E eu dizia de coração, porque sinceramente não me imaginava fazendo nada mais além disso: escrever.
De certa forma, nunca pensei na profissão como um modo de se conseguir mais dinheiro, até porque o dinheiro nunca foi o me atraiu. Eu a escolhi pelo prazer. Sim, porque o prazer que eu sentia cada vez que escrevia um texto não era normal. Eu soube no instante em que escrevi minha primeira redação que aquela seria minha paixão, que me acompanharia pelo resto da vida. O simples jeito de descrever lugares, dar vida a personagens e sentir-se dentro daquele cenário, por mais louco que fosse, me completava. Apesar da minha vida nunca ter sido um mar de rosas, esse era o meu refúgio.
Então, como seria possível dar adeus a isso?
Simplesmente não foi possível. Eu travei sim, mas voltei. Em cada palavra e em cada linha deste desabafo, eu voltei. Afinal, nunca vi um vencedor desistir daquilo que ama.


...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A verdade nua e crua

Abraham Lincoln disse certa vez que pecar pelo silêncio quando se deveria protestar, transforma homens em covarde. Isso provavelmente o matou, porque a verdade era algo não muito cultivado naqueles dias e ainda não é nos dias de hoje. Digo isso porque Lincoln não era o tipo de cara com medo da crítica das pessoas. O 16º presidente dos Estados Unidos lutava incansavelmente por algo que acreditava: a capacidade de um povo de governar a si mesmo. Então, em um não tão belo dia, um ator se rebela contra ele logo após um discurso em que o mesmo prometia o direito de voto aos negros. A verdade de que todos temos direitos iguais independentemente da cor não foi aceita pelo sujeito, que lhe meteu um tiro a sangue frio na cabeça.
Isso nos leva a uma questão: Por que é tão difícil aceitar a verdade?
Na internet isso é frequente. Vemos aí o exemplo dos blogs, vlogs e afins, boa parte deles direcionados à crítica social. No comentário dos internautas dividem-se grupos: Os que concordam, os que não concordam e os que sabem que é verdade, mas não admitem de jeito nenhum. Esse último em questão se diferencia sim daqueles que não concordam, pois aqueles que não concordam são pessoas que tem uma opinião contrária já formada ou que tem argumentos para não concordar. O último grupo passa a ter uma espécie de dissonância cognitiva: ele sabe que é verdade, mas ao mesmo tempo racionaliza que o autor é um idiota, que o blog/vlog é uma droga ou qualquer outra coisa que o faça sentir-se na razão de criticar algo que tem sentido.
Presenciamos também exemplos mais rotineiros, como o camarada que usa drogas, sabe que ela faz mal, mas estufa o peito para defender seu uso.
A verdade é que o ser humano tem uma dificuldade (mais inclinada pra teimosia) imensa de aceitar uma verdade incontestável. A maioria se recusa a parar pra pensar no que aquilo pode significar. Um grande exemplo é o vídeo do vlogueiro Felipe Neto, intitulado como “Gente que escreve errado”. Foi uma verdade incontestável, pois realmente a dificuldade que o povo brasileiro tem em escrever certo é imensa, e tudo por pura teimosia, preguiça ou ignorância mesmo (e estou falando de pessoas que tiveram condições de ir à escola). Mesmo assim, a quantidade de trolls da internet e sujeitos sem um pingo de cultura foi imensa em comentários contra tudo aquilo. E não eram comentários com um ponto de vista que fazia sentido, eram pessoas que não concordavam, mas ao mesmo tempo admitiam seu erro ao dizer: “Eu escrevo errado mesmo, e daí?!”.
Minha mãe sempre diz que a verdade liberta, e ela tem razão. Algum dia, quando todos engolirem (se engolirem) o orgulho, a ignorância e até mesmo a trollagem, a verdade nos levará a um ponto de vista comum: A necessidade de mudança. Porque doa a quem doer, é esse tipo de verdade que provoca modificações profundas.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

ELEIÇÕES - Tá na hora de evoluir, né Brasil?

Se você estava andando na rua e estranhou ao ver um político beijando criancinhas e abraçando o povo, não esquenta. São só as eleições!

Época de eleições todo político fica bonzinho. A educação, a saúde e a segurança são colocadas num pedestal. A televisão fica repleta de propaganda política, cheia de sorrisos e abraços calorosos, como se o Brasil fosse a coisa mais linda do mundo.
É claro que logo depois a história muda. A segurança continua uma droga, você volta à sua rotina ao esperar 3 meses por uma consulta num hospital público e a educação então, nem queira saber. Não falo só por falar. Eu, assim como você, vivo isso! Mas não vamos odiar a política, descontando toda nossa frustração e nossa fúria estufando o peito e dizendo: “Eu odeio política!”
A política não é a vilã, é a solução. O real problema está naqueles que se denominam “políticos”. Sim, porque são eles os responsáveis pelas mudanças necessárias. E embora isso pareça clichê, eles são a voz do povo.
Quando damos as costas a isso e nos recusamos a dar importância, estamos dando espaço para que grandes imbecis controlem tudo. Quando isso acontece, a nação se transforma em massa de manobra, pois querendo ou não, acabamos sendo manipulados. E o resultado de tudo isso é todo esse lixo que vemos: Violência, o caos na saúde pública, a educação ruim e sim, a corrupção.
Eu sei bem o quanto é frustrante ter que votar quando tudo que vemos são pilantras usando o dinheiro público para uso próprio, com luxos desnecessários e desvalorizando todo o fruto do seu trabalho (da onde você acha que vem esse dinheiro?).
Eu que o diga, sabe o quanto é decepcionante ouvir que as chances de um aluno de escola pública de entrar em universidades como USP e Unicamp são pouquíssimas comparadas com alunos de escolas particulares?
É completamente revoltante saber que o governo investe milhões em estádios de futebol para a Copa de 2014, quando a educação, que devia ser vista como prioridade, fica em segundo plano. Segundo, terceiro, quarto, eu sei lá! Já perdi a noção de como eles devem estar classificando-a.
O que eles querem é que todo mundo seja burro, já falando o português claro. Porque assim você seria uma pessoa facilmente manipulável, sem a menor noção do seu importante papel na sociedade: o de cobrar! E é claro, eles precisam de pessoas que trabalhem feito condenadas por um mísero salário para sustentar todo o luxo deles.
Você pode até pensar que eu estou exagerando, mas reparem bem nas propagandas políticas. Virou uma total palhaçada. A maioria dos candidatos para deputados estaduais nos chama de idiotas na cara dura! Mulher Pêra, Batoré, Netinho, TIRIRICA!
WHAT FUCK IS THAT?!
Pessoas que usam a fama e a ingenuidade do povo brasileiro para ganhar um salário mais gordo. E o pior de tudo: DÁ CERTO!
Isso NÃO É uma coisa boa. Eu sei que é engraçado. Inclusive eu ri bastante com a propaganda eleitoral do Tiririca, mas isso não quer dizer que vale a pena. Uma pessoa que diz: “Pior que tá não fica” não tem a menor intenção de fazer grandes mudanças! O que ele quer dizer é basicamente: “Vamos continuar com essa merda e que se dane!”. Não vai ser uma surpresa se ele ganhar. Isso sim é preocupante.
Então, a minha mensagem pra vocês é essa: Não seja uma massa de manobra! Estudem seus candidatos porque, sim, por incrível que pareça existem políticos que prestam. São raras exceções, mas existem. E lembre-se que a cada vez que vocês se mostram totalmente despreocupados e por fora da política, há alguém ganhando em cima da sua indiferença, porque a verdade é que eles não ligam.
Então, nessas eleições, vamos usar nossas cabeças e mudar o Brasil, afinal, tá precisando, não acha?


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Grow Up!



Quando estava na 5ª série, eu e minha amiga Jacke só vivíamos murmurando que não víamos a hora de trabalhar. A verdade é que estávamos cansadas de sermos tratadas feito crianças. Queríamos ser independentes. Sem falar que a 5ª série, por melhor que tenha sido, teve lá seus momentos constrangedores e irritantes para ambas. Atire a primeira pedra quem nunca quis se livrar de um de seus professores ou daquele garoto chato que vive tirando sua paciência (eu que o diga, passei 4 anos aguentando um mala do tipo).
É estranho lembrar disso, comparando com o frio na barriga que sentimos agora que vamos realmente crescer. Porque, na verdade, se pararmos pra refletir, levamos uma vida de moleza. A 5ª série, apesar de seus altos e baixos, era fácil e divertida. Só tínhamos que lidar com um ou outro problema. Responsabilidade? Só nos preocupávamos com ela em relação à notas da escola e coisas do tipo.
De repente, o tempo foi passando e a vida foi ficando mais complicada a cada aniversário. Mas em nossas cabeças, complicada por causa de relacionamentos com a galera, com namorados e possíveis paixões. As matérias também foram ficando mais difíceis. A fração, tão fácil quando tínhamos 11 anos, tornou-se complicada e virou um montão de teoremas com mais um montão de fórmulas. A ciência se transformou em física, biologia e química. Eu particularmente preferia o tempo em que falávamos da teoria do Big Bang.
Quando percebemos, estávamos encanadas com diversas questões: Quem somos, o que vamos ser quando crescer, como amadurecer. Daí, a palavrinha que não significava nada antes passou a nos dar dor de barriga de medo: Vestibular.
Chegamos a um ponto em que as nossas escolhas parecem ser tudo ou nada. Isso amedronta uma pessoa. E por mais irônico que seja, acabamos sentindo saudades do nosso tempo de 5ª série. Aquele em que eu e a Jacke desejava mais do que tudo ter 18 anos e trabalhar.
Mas se quer saber, se olharmos o amadurecimento pelo lado do medo, aí nunca cresceremos de verdade. Como Paulo Coelho disse, por medo de diminuir, deixamos de crescer e por medo de chorar, deixamos de rir. Então, diga-me um motivo válido para continuar tendo medo e eu lhe direi dois para dar um pontapé de vez nele. Afinal, apenas uma fase de nossas vidas está acabando. Uma nova está prestes a surgir. Prontos ou não, é hora de encará-la. Transforme em algo positivo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

"O homem é o lobo do homem..."

No reino animal, há a distinção de predador e presa. O leão, por exemplo, grande predador, tem como presas animais como javalis, zebras e antílopes. Já parou pra pensar qual é a presa do homem?
Ouvindo uma música da Pitty, minha irmã e eu começamos a discutir sobre ela. “O lobo” é uma música que eu já escutei milhares de vezes, mas só fui refletir na letra há alguns dias atrás.
Vendo e vivendo o que há no mundo, como violência, corrupção e homicídios, podemos concluir que a música de Pitty tem toda razão. O homem é o predador do próprio homem.
O ser humano tem uma necessidade muito estúpida de acabar consigo mesmo. Não há mais aquela de “todos somos pessoas”. Por acaso um serial killer pensa nisso antes de matar suas vítimas?
O que leva um ser racional a cometer atos tão desumanos? Onde está a humanidade de alguém quando podemos ajudar, mas não ajudamos? Ou quando cometemos o horrível ato de matar? Afinal, não é isso que nos torna seres racionais.
É racional fazer uma guerra sem pensar nas milhares, e até milhões, de pessoas que morrem por causa dela? Conflitos por terras, dinheiro, poder. Isso cega uma pessoa de forma impressionante. É triste ver a decadência de uma espécie que poderia ser tão nobre. Somos distintos precisamente por causa de nossos maus atos, e nós nem sequer podemos vir com a desculpa de que, sei lá, alguns tubarões comem suas próprias espécies. Você não vê um tubarão de terno e gravata dirigindo ou criando sites de pesquisa, vê?
Basta uma olhada mais atenta à nossa volta, e tudo parece o começo do fim. Evoluir está mais para retroceder. O famoso “Olho por olho” é a prova exata disso. Um insulto no trânsito, por exemplo, e já voltamos 10.000 anos a.C. Ironicamente, ainda nos sentimos grande coisa. A tal da última cereja do bolo do Universo. Quando, na verdade, estamos atacando uns aos outros, sem motivo justo ou inteligente. Não há paz sem sabedoria, assim como não há guerra sem ignorância.
E pensar que a única coisa que consegui aprender em filosofia em 3 anos faz todo sentido agora: “O sábio sabe que não sabe, mas o ignorante não sabe que não sabe”.
E você? O que prefere ser: O sábio que cultiva a paz, ou o ignorante que, enquanto cultiva apenas o ódio, se transforma no predador de si mesmo? Pense nisso.

"Sempre em busca do próprio gozo
E todo zelo ficou pra trás
Nunca cede e nem esquece
O que aprendeu com seus ancestrais
Não perdoa e nem releva
Nunca vê que já é demais."


Pitty - "O lobo"

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Vai ser feliz e me esquece!

Tudo bem, não sou do tipo super feminista, ou daquele tipo que é a primeira a apontar o defeito dos homens. Longe disso, mas tem algo neles que me irrita profundamente. Não em todos eles, claro. Acredite, ainda estou em busca de um que seja diferente. Aquele que nós, meros mortais, intitulamos como “amor da nossa vida”.
Mas voltando à parte do que me irrita nos homens...Bom, eu não sei explicar bem. Noite passada recebi a ligação de um ex-ficante, com quem não falo há, sei lá...Uns 3 meses? Que seja! O fato é que eu realmente estou dando um chega pra lá no meu passado. A ligação dele me estressou. Antes de tudo ele era um amigo querido, depois, fiz a besteira de tentar o tal do “algo mais”, pra ver se funcionava. Acho que deu pra perceber que não funcionou. Óbvio que eu não sou fria nem nada do tipo. Destruidora de corações? Quero passar longe disso. Mas atitudes simples como dar o fora no carinha mala com quem você ficou duas vezes estão fazendo de mim uma garota “ruim e sem sentimentos” (pelo menos é isso que ando escutando ultimamente). Claro que, como eu disse no post anterior, eu não ligo muito pro que os outros dizem. Não são eles que pagam minhas contas, são? Aliás, tenho que dizer: o comentário do “Vinhu” no post passado foi show: “Melhor remédio pra vida: Activia + Johnnie Walker = Cagando e andando pro que os outros falam!”
Ta, já sei! Fugi do assunto de novo. Foi mal.
O que me irritou de fato foi ele cobrar explicações minhas depois de tanto tempo. Do tipo: “Seu celular estava quebrado mesmo? Você ta com a nota fiscal aí?”. Ah, e risadas de ironia e súbitas compreensões (sério, acho que o individuo teve uma epifania e esperava que eu lesse a mente dele pra saber porque ele ria feito um debilóide) não ajudaram a amenizar meu mau-humor daquela ligação. Depois de tanto fugir do assunto, enrolar e enrolar, optei pela verdade de uma vez por todas: “Olha, você não é o tipo de cara com quem eu iria me relacionar mais seriamente”. Acho que depois dessa ele se tocou (espero) e se despediu todo sem graça. E em minha defesa, eu digo que eu até que fui boazinha. É, eu nem mencionei o fato de que ele não é nada meu pra me exigir explicações, e também não disse coisas do tipo: “Me esquece, filho!”, como eu sei que muitas amigas minhas fariam sem dó ou piedade.
“Destruidora de corações”, “Heartbreaker”, “Ruim e sem sentimentos”? Sei lá. Só sei que é melhor uma verdade que dói do que uma mentira que conforta (é, o Google filosofa por mim algumas vezes).
Resumindo, o que me irrita num homem está relacionado aos seus joguinhos que muitas vezes não levam à lugar algum, suas cobranças sem sentido, suas súbitas epifanias ao telefone, que levam à risadas nervosas, do tipo “Ata, levei um fora” e à eles ainda acharem que se alguém lhe der um fora, é porque é uma garota metida (prefiro o termo “difícil”). Claro que também não gosto muito quando eles não tem atitude, mas isso quando eu realmente estou afim deles, ou seja, história pra outro post. Até lá!