quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Selo - O QUE TE FAZ SORRIR?

Sim, sim! O Break OUT! recebeu um selo do blog http://obolsista.blogspot.com/
Obrigadão ao "O Bolsista". Fazia um bom tempo que eu não ganhava selos (hoho :P). Pois bem, vamos lá:

Regras:

1--Colocar a imagem do selo no blog;
2-Linkar no blog que te indicou o selo;
3-Responda: o que te faz sorrir?
4-Indique algum(s) blog(s) para ganhar o selo;

O que te faz sorrir?

Na minha vida? Uau, um montão de coisas. Minha família e amigos maravilhosos, escrever, Toddy. Mas o mais importante de todos os motivos: Saber que tem um Deus que me ama e me aceita assim, do jeitinho que eu sou.

Indico:

Nova Quahog
ooh- mygod - Soltando o verbo

Unicórnio de pano

E, passo para meu querido "O bolsista" novamente. Como diria minha amiga, Duda: Blog MUITO MASSA!



:)

EIGHTEEN YEARS, baby!



Uau, o tempo passou que nem um louco!
A garotinha de 12 anos escondida atrás do mundo mágico da Barbie cresceu, jogou as bonecas fora (tudo bem, doou) e tomou seu rumo na jornada que chamamos de vida (adoro essas frases clichês).
No meio do caminho encontrou um montão de espinhos. Alguns cobertos com ouro, parecendo preciosíssimos. Mas ao tocá-los, teve vários cortes. Alguns foram profundos. Chegaram a tocar seu coração. O ouro desses saiu do nada. Não havia mais preciosidade, agora eram só espinhos, doidinhos para cortá-la novamente.
Ela seguiu em frente e apaixonou-se. Apaixonou-se por um garoto, apaixonou-se por vários lugares e mais do que isso, apaixonou-se por seus maiores sonhos. O garoto foi embora, os lugares permaneceram em sua cabeça em forma de lembrança, mas os sonhos ficaram ali, quietinhos, intactos.
O caminho ficou estreito diversas vezes. Em algumas delas ela olhou para trás e pensou em desistir. Depois, olhou para frente novamente, e lá estava o sol. Em sua cabeça, aquela cena foi acompanhada com a leve melodia de Here comes the sun, dos Beatles. Tudo ficou melhor. Ela seguiu em frente, afinal, tinha uma mala de sonhos para descarregar em algum lugar. O lugar que ela tanto procurava. Seu lugar ao sol, talvez?
Ela chorou e se alegrou, aprendeu e sofreu, caiu e se levantou. Alguns machucados deixaram cicatrizes, outros foram curados com o tempo. Ah, o tempo, seu grande amigo. Era ele que curava todas as suas mágoas. Ele a fez mudar. Já não era mais a garotinha do começo de sua jornada. Era quase uma mulher.
As dificuldades sempre estavam ali, escondidinhas em algum lugar esperando assustá-la. Mas sempre que a abordava, ela estava sorrindo, com a poderosa esperança de que sempre tudo ficaria bem, ciente de que depois da tempestade sempre vem a calma.
E de repente, no dia 8 de fevereiro de 2011, lá estava ela diante da placa: "Maturidade", agradecendo a Deus por ter alcançado mais uma fase de sua vida e dando adeus ao tempo de criança.
E lá estava eu...

sábado, 29 de janeiro de 2011

From ME to YOU


2010 foi o melhor ano, no quesito escola, da minha vida. Por quê? Tudo graças a essa galerinha do mal aí. E podem acreditar, não foi uma galera que eu havia conhecido no meu primeiro ano, não. A galera foi formada por pessoas que eu só vim a conhecer melhor no meu último ano e também por aquelas que têm se mostrado especiais na minha vida desde que eu pisei os pés no Zenaide.
Depois de um 2º grau complicado, rodeada por pessoas que não queriam muito o meu bem e nem o de minhas amigas, em 2010 me vi cercada por pessoas maravilhosas, que me faziam pular da cama sem pensar a cada vez que o celular despertava às 6:00 da manhã. E mais, pessoas que me faziam sorrir e ver o lado mais lindo da vida, mesmo em momentos difíceis.
E foi através delas que perdi meus medos, dei um chega pra lá na timidez e comecei a falar o que eu pensava. Entendi o verdadeiro significado da amizade (por mais clichê que isso possa aparecer).
Conheci pessoas, liderei grupos, mobilizei a galera na luta pelo o que era importante para todos os alunos e, pode acreditar, fiz acontecer ali! Espera, eu? Não, não. Todo mundo fez acontecer.
Nós éramos a galera que levava tudo numa boa. Fazíamos piada, sim! Doa a quem doer, éramos os mais animados e felizes dali. Falávamos o que pensávamos e não nos encaixávamos em panelinhas (mesmo sendo rotulados o tempo inteiro).
Eu sempre soube que podia contar com essa galerinha aí. Por quê? Era tudo muito sincero, sem jogo de interesses, sem maldade. Tivemos nossos problemas? Claro que sim. Nunca fomos perfeitinhos. Aliás, WeHatePerfectPeoples!!! Mas no final, a união e o valor da amizade sempre falou mais alto que o orgulho.
Agora aqui estamos nós, formados, firmes e fortes. 2010 já passou. Iniciamos ao mesmo tempo uma nova fase em nossas vidas, mas uma coisa eu nunca esquecerei:

3º B eu AMO VOCÊS!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Sonhe até que seus sonhos se REALIZEM


Sonhos. Todo mundo tem, por mais louco ou insano que possa ser. Eu mesma sou um poço ambulante de sonhos. Coisas que imagino todas as vezes que deito para dormir e até mesmo quando passeio com a Princesa (minha cachorra). E meus sonhos não são pequenos não. Neles passo de uma garota normal, da qual as pessoas não esperam muito, para a mulher ousada e sagaz que viaja pelo mundo e adquire todo o conhecimento que pode. Tudo bem, ás vezes também sou uma cantora com uma voz incrível e um programa de televisão (é culpa da TV a cabo). Acontece que eu simplesmente não consigo parar de sonhar.
E fala sério, quem consegue? Tudo porque o ser humano é uma máquina descontrolada de desejos. A cada vez que cumprimos um objetivo, outro desejo mais elevado toma o poder de nossas vontades.
Mas, é lógico, não pense que tudo irá cair do céu. Sonhos são apenas a base. Pra se chegar lá é preciso muito esforço, trabalho duro, e às vezes, algumas lágrimas também. Os obstáculos? Enormes. A inveja e a negatividade tentarão nos atingir a todo o momento, e às vezes conseguirão. Mas você sabe como é, quando caímos, temos que levantar. E quando levantamos, ficamos mais fortes, adquirimos experiência e seguimos em frente.
É um dos ciclos naturais da vida. Se você cai, você levanta. A regra é clara. Continuar no chão se lamentando e pensando em como teria sido é perda de tempo.
Então, sonhe. Sonhar não é para os fracos, como dizem alguns. Muito pelo contrário. É para os fortes que lutam, caem, levantam e seguem em frente à procura do maior sonho de todos: o de ser feliz.


OBS: E lá estava eu lembrando do episódio de Glee que assisti essa semana, onde Matthew Morrison cantava Dream on do Aerosmith junto com Neil Patrick Harris, e pensei: "Hum, Dream until your dream comes true… Boa frase pra um título de post, não?"

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Desabafo

Devo ter passado a maior parte da semana pensando no quê devia escrever. Os assuntos fugiam da minha cabeça. Sim, fugiam. Fugiam porque as únicas coisas que eu sentia eram medo e ansiedade. Cheguei a duvidar da minha prática na escrita, sendo atormentada por um turbilhão de dúvidas. Afinal, onde estava a forma natural pela qual minhas palavras saíam?
Então eu travei. Travei por meses, talvez. Morrendo de medo de não ser ótima com as palavras como antes. Tem ideia do quanto é frustrante pensar que não é boa naquilo que você se dedicou a vida toda? Dói. Claro que dói. Um escritor perder o dom de juntar as palavras era como um cantor perder a voz. E era assim que eu estava: sem voz.
Sem a minha voz, meus planos estavam por um fio. Toda a imagem que tinha de como seria minha vida não parecia valer mais nada. Elas não passavam de meros sonhos, daqueles que não temos vontade de acordar nunca mais. Fui invadida por medos e inseguranças, duvidando da minha capacidade e temendo uma vida sem grandes desafios. Ou pior: Uma vida em que eu tivesse desafios e os achasse inalcançáveis.
Admitir ter perdido o tal dom? Nem pensar! É difícil demais dar adeus a algo tão valioso em nossas vidas. E sempre foi assim que eu encarei a escrita, desde a minha primeira leitura, desde a minha primeira redação. Valiosa.
Mas decidir meu futuro com uma caneta Bic me deixou paranóica. Provas, futuro, profissão. Nada mais parecia certo. Aonde minha certeza havia se metido? Era eu que estufava o peito para dizer a grande escritora que seria e a grande jornalista que me tornaria, não era? E eu dizia de coração, porque sinceramente não me imaginava fazendo nada mais além disso: escrever.
De certa forma, nunca pensei na profissão como um modo de se conseguir mais dinheiro, até porque o dinheiro nunca foi o me atraiu. Eu a escolhi pelo prazer. Sim, porque o prazer que eu sentia cada vez que escrevia um texto não era normal. Eu soube no instante em que escrevi minha primeira redação que aquela seria minha paixão, que me acompanharia pelo resto da vida. O simples jeito de descrever lugares, dar vida a personagens e sentir-se dentro daquele cenário, por mais louco que fosse, me completava. Apesar da minha vida nunca ter sido um mar de rosas, esse era o meu refúgio.
Então, como seria possível dar adeus a isso?
Simplesmente não foi possível. Eu travei sim, mas voltei. Em cada palavra e em cada linha deste desabafo, eu voltei. Afinal, nunca vi um vencedor desistir daquilo que ama.


...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A verdade nua e crua

Abraham Lincoln disse certa vez que pecar pelo silêncio quando se deveria protestar, transforma homens em covarde. Isso provavelmente o matou, porque a verdade era algo não muito cultivado naqueles dias e ainda não é nos dias de hoje. Digo isso porque Lincoln não era o tipo de cara com medo da crítica das pessoas. O 16º presidente dos Estados Unidos lutava incansavelmente por algo que acreditava: a capacidade de um povo de governar a si mesmo. Então, em um não tão belo dia, um ator se rebela contra ele logo após um discurso em que o mesmo prometia o direito de voto aos negros. A verdade de que todos temos direitos iguais independentemente da cor não foi aceita pelo sujeito, que lhe meteu um tiro a sangue frio na cabeça.
Isso nos leva a uma questão: Por que é tão difícil aceitar a verdade?
Na internet isso é frequente. Vemos aí o exemplo dos blogs, vlogs e afins, boa parte deles direcionados à crítica social. No comentário dos internautas dividem-se grupos: Os que concordam, os que não concordam e os que sabem que é verdade, mas não admitem de jeito nenhum. Esse último em questão se diferencia sim daqueles que não concordam, pois aqueles que não concordam são pessoas que tem uma opinião contrária já formada ou que tem argumentos para não concordar. O último grupo passa a ter uma espécie de dissonância cognitiva: ele sabe que é verdade, mas ao mesmo tempo racionaliza que o autor é um idiota, que o blog/vlog é uma droga ou qualquer outra coisa que o faça sentir-se na razão de criticar algo que tem sentido.
Presenciamos também exemplos mais rotineiros, como o camarada que usa drogas, sabe que ela faz mal, mas estufa o peito para defender seu uso.
A verdade é que o ser humano tem uma dificuldade (mais inclinada pra teimosia) imensa de aceitar uma verdade incontestável. A maioria se recusa a parar pra pensar no que aquilo pode significar. Um grande exemplo é o vídeo do vlogueiro Felipe Neto, intitulado como “Gente que escreve errado”. Foi uma verdade incontestável, pois realmente a dificuldade que o povo brasileiro tem em escrever certo é imensa, e tudo por pura teimosia, preguiça ou ignorância mesmo (e estou falando de pessoas que tiveram condições de ir à escola). Mesmo assim, a quantidade de trolls da internet e sujeitos sem um pingo de cultura foi imensa em comentários contra tudo aquilo. E não eram comentários com um ponto de vista que fazia sentido, eram pessoas que não concordavam, mas ao mesmo tempo admitiam seu erro ao dizer: “Eu escrevo errado mesmo, e daí?!”.
Minha mãe sempre diz que a verdade liberta, e ela tem razão. Algum dia, quando todos engolirem (se engolirem) o orgulho, a ignorância e até mesmo a trollagem, a verdade nos levará a um ponto de vista comum: A necessidade de mudança. Porque doa a quem doer, é esse tipo de verdade que provoca modificações profundas.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

ELEIÇÕES - Tá na hora de evoluir, né Brasil?

Se você estava andando na rua e estranhou ao ver um político beijando criancinhas e abraçando o povo, não esquenta. São só as eleições!

Época de eleições todo político fica bonzinho. A educação, a saúde e a segurança são colocadas num pedestal. A televisão fica repleta de propaganda política, cheia de sorrisos e abraços calorosos, como se o Brasil fosse a coisa mais linda do mundo.
É claro que logo depois a história muda. A segurança continua uma droga, você volta à sua rotina ao esperar 3 meses por uma consulta num hospital público e a educação então, nem queira saber. Não falo só por falar. Eu, assim como você, vivo isso! Mas não vamos odiar a política, descontando toda nossa frustração e nossa fúria estufando o peito e dizendo: “Eu odeio política!”
A política não é a vilã, é a solução. O real problema está naqueles que se denominam “políticos”. Sim, porque são eles os responsáveis pelas mudanças necessárias. E embora isso pareça clichê, eles são a voz do povo.
Quando damos as costas a isso e nos recusamos a dar importância, estamos dando espaço para que grandes imbecis controlem tudo. Quando isso acontece, a nação se transforma em massa de manobra, pois querendo ou não, acabamos sendo manipulados. E o resultado de tudo isso é todo esse lixo que vemos: Violência, o caos na saúde pública, a educação ruim e sim, a corrupção.
Eu sei bem o quanto é frustrante ter que votar quando tudo que vemos são pilantras usando o dinheiro público para uso próprio, com luxos desnecessários e desvalorizando todo o fruto do seu trabalho (da onde você acha que vem esse dinheiro?).
Eu que o diga, sabe o quanto é decepcionante ouvir que as chances de um aluno de escola pública de entrar em universidades como USP e Unicamp são pouquíssimas comparadas com alunos de escolas particulares?
É completamente revoltante saber que o governo investe milhões em estádios de futebol para a Copa de 2014, quando a educação, que devia ser vista como prioridade, fica em segundo plano. Segundo, terceiro, quarto, eu sei lá! Já perdi a noção de como eles devem estar classificando-a.
O que eles querem é que todo mundo seja burro, já falando o português claro. Porque assim você seria uma pessoa facilmente manipulável, sem a menor noção do seu importante papel na sociedade: o de cobrar! E é claro, eles precisam de pessoas que trabalhem feito condenadas por um mísero salário para sustentar todo o luxo deles.
Você pode até pensar que eu estou exagerando, mas reparem bem nas propagandas políticas. Virou uma total palhaçada. A maioria dos candidatos para deputados estaduais nos chama de idiotas na cara dura! Mulher Pêra, Batoré, Netinho, TIRIRICA!
WHAT FUCK IS THAT?!
Pessoas que usam a fama e a ingenuidade do povo brasileiro para ganhar um salário mais gordo. E o pior de tudo: DÁ CERTO!
Isso NÃO É uma coisa boa. Eu sei que é engraçado. Inclusive eu ri bastante com a propaganda eleitoral do Tiririca, mas isso não quer dizer que vale a pena. Uma pessoa que diz: “Pior que tá não fica” não tem a menor intenção de fazer grandes mudanças! O que ele quer dizer é basicamente: “Vamos continuar com essa merda e que se dane!”. Não vai ser uma surpresa se ele ganhar. Isso sim é preocupante.
Então, a minha mensagem pra vocês é essa: Não seja uma massa de manobra! Estudem seus candidatos porque, sim, por incrível que pareça existem políticos que prestam. São raras exceções, mas existem. E lembre-se que a cada vez que vocês se mostram totalmente despreocupados e por fora da política, há alguém ganhando em cima da sua indiferença, porque a verdade é que eles não ligam.
Então, nessas eleições, vamos usar nossas cabeças e mudar o Brasil, afinal, tá precisando, não acha?